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A MENTIRA SABOROSA DO AMOR PLATÔNICO

P latão nunca viveu esse drama sofrido.  Para que um amor se tornasse platônico, o próprio Platão deve ter sofrido pra caramba  pela sacerdotisa Diotima de Mantinea ... Inocente eu... Como ele chegou a essa conclusão? Como ele percebeu e nomeou, esse amor escondido e não correspondido, de " platonismo "? Se bem que a terminação "ismo" é doença. Eu não a considero uma... Sou platônica. Demais por sinal... Carrego um mundo de ideias dentro de mim . Mas expôr esse amor envolve outros sentimentos como medo de ouvir um não, de ficar em segundo plano, medo de haver outras pessoas melhores que eu mesma, ainda que meu coração diga que a pessoa perfeita para estar ao lado desse amor seja, ninguém mais além de, mim mesma. Eu sempre fui conquistada. Conquistar são outros trinta... Orgulho besta quando ligamos e a pessoa diz "não vai dar" ou simplesmente não responde às sms... (Pq vcs homens não respondem as nossas sms? A gente fica esperendo >< ) Orgulho besta...

Estilo de Escrita Epistolar: Como Escrever Narrativas em Forma de Carta

Q uando a história vira carta e a carta memória. Caro leitor de caneca, senta aqui na borda do Vozes por um instante. Vou contar algo. Sempre que penso no estilo epistolar , sinto o cheiro de papel antigo, aquele envelhecido de carinho. Porque antes de estudar literatura, antes de saber o nome bonito desse estilo… eu vivi cartas. E hoje quero te contar, do meu jeito mairante, por que esse formato me atravessa a alma desde a infância e por que ele continua sendo um dos mais íntimos, emocionantes e humanos da escrita. Minha história com cartas: o início desse amor Eu comecei a escrever cartas muito cedo, bem criancinha ainda. Minha prima, minha melhor amiga da época, morava em São Paulo , e eu em São José do Rio Preto . Ela tinha cinco, seis anos. Eu, sete, oito. E como forma de nos falarmos, sem gastar o telefone, que era uma fortuna interurbano, nós escrevíamos cartinhas. E foi assim que descobri o poder da escrita (sem saber). A gente se escrevia todo mês. Cartinhas curtas, fofinhas...

Por Que os Blogs Nunca Morrem?

Um Manifesto Contra o Consumo de Conteúdos em 24h. Quem decretou a morte do blog? Quem espalhou esse boato? Esse epitáfio falso? Essa lápide digital sem corpo? Sério! O blog nunca morreu. Ele só tirou férias do barulho . Se escondeu nas entrelinhas. Ficou quieto... Observando. O blog é Corpo Invisível na web . É verdade crua, linda e inquestionável. Tá, às vezes... O blog é a espinha dorsal da internet que sustenta tudo o que você vê quando faz uma busca no Google. Jura? Aposto que não sabia. Nem eu. Eu fui estudar pra saber. Quem entrega texto? Quem entrega contexto? Quem entrega solução? De onde vem todo o conhecimento do Google? Quem alimenta o algoritmo de busca com palavras-chave , com respostas de verdade, com conteúdo que não some em 24 horas? O Blog. (Oohh em coro) O blog é a Feira Livre da Internet . E aqui, eu faço uma Metáfora da Fruta Estrela , com todo respeito, Eric Barone . Por anos, a internet era uma feira livre. Cada barraca era um blog. Cada voz tinha sua própria b...