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Bots de IA acessam mais o Google do que Humanos...

E agora? O que acontece com blogs, anúncios e criadores de conteúdo? Série Vozes Digitais, artigo 1. Eu fui pega. Caí nessa rede de preocupação como gato curioso. Tudo começou numa reunião da agência onde trabalho. O assunto chegou à mesa digital, por vídeo-call, lá todos trabalham em home office, chegou quase como aqueles avisos de tempestade que fazem a gente olhar pro céu ainda limpo se perguntando "cadê a tempestade"? A tempestade: bots de IA estariam acessando mais o Google do que humanos. E eu, que trabalho com comunicação digital e ainda tenho 3 blogs em pleno 2026, fiz imediatamente a pergunta inconveniente [na minha mente, claro]: Tá. E nós, blogueiros, como ficamos nessa história? Por que até então, a internet era coisa de humano, né hahahahah [riso nervoso].  Eu vim de uma era anterior, a era da velha e boa Enciclopédia Barsa e as visitas na biblioteca pra encontrar informações relevantes pra então criar conteúdos interessantes. Mas aí chegou a internet em casa ...
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VOCÊ É TUDO O QUE SONHOU SER

Fernando Scherer disse: "Na época em que eu nadava, eu vivia performance de competição, e era 'eu preciso ganhar para então eu me reconhecer, me validar, me amar através do olhar do outro sobre mim'. Então, eu ganhava, pra q vc me visse ganhando, vc me validasse ganhando, me amasse pq eu ganho, e eu aí eu me amo, me aceito e me reconheço através do que vc vê. Só que cada vez que eu ganhava, era uma derrota, pq não tinha mais a competição, o seu olhar sobre mim, eu precisava de mais. O depois era vazio, eu não tinha mais nada, não tinha mais garantia, não tinha a validação, eu não tinha mais o seu amor… mas a realidade, eu não tinha em mim, por mim. Quando eu paro de nadar, eu perco tudo isso. E agora? Como me validar? Quem eu sou? Depressao, tristeza profunda, etc…. Enquanto durar a paixao, que dure a vida. Está tudo errado. Eu fiz tudo o que eu quis. Realizei tudo o que quis. Não faz sentido não ter mais prazer pela vida. Duas soluções: ou ...

Espirais da Natureza

  #1 FILOSOFIAS DE CANECA Eu mairei uma ideia absurda e subi um Ensaio no Substack . Mas pra você que não acompanha por lá, não se preocupe, eu trouxe o texto na íntegra pra você refletir comigo, essa mairância única. ___ Chaleira apitando. Desligo. Pego a alça e faço um leve movimento circular pra quebrar o fervor da água. Despejo devagar na jarra de vidro da cafeteira francesa , também em movimentos circulares, pra água quente penetrar no pó do café e extrair os óleos essenciais. Encho até a metade, mexo com a colher, misturando circularmente e aguardo apurar. A fumaça quente que sai dança leve com o suave vento que entra da janela. A fumaça dança e espirala… Olho pra janela. Abro a torneira, enxaguo e coloco a colher sobre a pedra fria. A água espirala na borda antes de descer pelo ralo. Reaqueço e despejo o restante da água na jarra. Despejo circularmente. Mexo mais uma vez. Não sei se teria necessidade, mas eu quis ver a espuminha cremosa do café espiralando na superfície. F...

O Dilema Sobre o Bloqueio Criativo

E screver ou Não Escrever? Às vezes, caro leitor de Caneca, parece que existe uma pequena entidade felina rondando a mesa da nossa mente, tipo um gato preto que conhece nossos segredos mais vergonhosos: as abas abertas, papeis de caderno rascunhados, papelzinho de bloquinho de notas soltas, guardanapo de cafeteria ou bar rabiscado, dezenas de mensagens pra si mesmo no WhatsApp contando aquela ideia que nunca vinga.. e o café vai esfriando e as ideias ficam travadas. Então, o gato sobe no crânio da nossa inspiração adormecida e mia, com desdém shakespeariano: — Escrever… ou não escrever? É aí que a gente percebe que a pergunta nunca foi sobre talento, mas sim, sobre a coragem de escrever. Porque todo artista capaz de criar mundos também é capaz de se perder dentro deles. Então vamos abrir a janela desse castelo mental e deixar o vento e o sol entrar. Aqui estão dez sopros, dez empurrões góticos, dez iluminações pra desbloquear de vez o texto teimoso envegonhado. 10 Dicas Para Encara...

15 Maneiras de Começar Histórias que Marcam

A s Melhores Estratégias de Início Narrativo Foi muita coincidência conhecer o canal do Jurandir Gouveia bem no início dos meus estudos sobre escrita, narrativa e roteiro . De lá extraí estas preciosidades que compartilho aqui, técnicas que iluminam o primeiro passo de qualquer história e moldam a atmosfera que envolve o leitor ou espectador. E, sendo sincera, conhecer esse canal logo no começo da minha jornada como escritora foi menos coincidência e mais uma sincronicidade cochichada pelo Universo . Ali, ouvi pela primeira vez nomes para coisas que eu já sentia na pele: o peso de um começo mal resolvido, a força de uma abertura hipnotizante, o perigo mortal de um início morno. Daquele caos luminoso de ideias extraí pequenas relíquias narrativas, mapas, feitiços... E venho aqui compartilhar:  chaves de abertura para histórias que respiram, seduzem, sangram. Porque iniciar uma narrativa é como acender uma vela dentro de uma catedral abandonada. Não se trata apenas de iluminar. ...

5 passos para escrever a história que vive rondando sua mente

A Voz na Sua Cabeça Quer Virar História  De repente, o gato preto veio. Pulou na minha mesa, derrubou minhas coisas e me encarou com aquele olhar pequeno, espremido entre as pálpebras:  “— Vai escrever quando , humano? ” Acho que todo o ser humano tem uma criatura insistente assim, miando dentro da mente, exigindo atenção, até resolver tal assunto pendente na cabeça. Isso é válido pra várias coisas, num modo geral. Pra quem escreve, é mais intenso ainda, pois tem a auto cobrança de dar vida a algo que parece ter vontade própria. O meu gato preto imaginário sentou no teclado. Uns mordiscam a panturrilha criativa enquanto você tenta fingir que não tem uma história nascendo (meu gato preto de verdade dá lambidinhas na nossa perna, gente, que foofoo). Vai me dizer que abriu esse artigo só pra conferir que não tem nada a ver com o seu caso? Hehehehehehe, sei... Sim, este artigo é pra você, que vive perseguido por uma ideia com olhos amarelos e rabo de chicote, e que só vai s...